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Laboratório de estudos Africanos integrado as atividades e a Terapia Ocupacional - Iṣẹ (LabAfro- Iṣẹ)

Como atitude ética e política de valorização das culturas africanas,

esta plataforma digital inicia-se com a palavra Iṣẹ.

Que na língua Yorúbá (BENISTE, 2011) significa atividade/ocupação/trabalho,

termos presentes no campo de estudo e prática da Terapia Ocupacional. 

 

Sobre o Lab-Iṣẹ

Laboratório de estudos Africanos integrado as atividades e a Terapia Ocupacional

O Laboratório de estudos africanos integrado as atividades e a Terapia Ocupacional - Iṣẹ tem o objetivo de congregar pesquisadores de instituições de ensino, bem como, de diferentes organizações sócio-artístico-culturais interessados em pesquisar epistemologias e atividades africanas, em especial, com o propósito de reconstruir afro-referências em Terapia Ocupacional voltadas para a produção de subjetividade inerente ao ser africano e/ou em diáspora no Brasil (afro-brasileiro).

 

CONHEÇA NOSSSA EQUIPE

MARCIA DA COSTA - Coordenadora.

JULI DA COSTA

ANNA CAROLINA SANTOS

SARAH RODRIGUES

JEAN VITAL

RAMIRES MILENA

 

PARCERIAS

Buscamos estabelecer parcerias não só com instituições de ensino e pesquisa, mas também com sujeitos e/ou coletivos envolvidos com as temáticas elencadas por este laboratório visando fortalecer as relações de troca entre
diferentes áreas de conhecimento presentes nas universidade e na sociedade civil. Procuramos, sobretudo, cultivar a pluriversidade do pensamento e dos modos de viver do ser africano.

IDENTIDADES ABERTAS

O projeto de pesquisa e extensão Identidades Abertas da UFRJ, desenvolve oficinas de criação e experimentação de atividades culturais afro-brasileiras. A partir do mês da Consciência Negra em 2018 o projeto passou a implementar ações de acessibilidade cultural para crianças e adolescentes com deficiência, afirmando a importância de também oferecer acessibilidade à cultura afro-brasileira, buscando garantir o direito de participação social de todos em equipamentos culturais afro-diaspóricos da cidade do Rio de Janeiro.

Ação de extensão, na modalidade evento, que se propõe a produzir espaços de discussão entre a comunidade interna da UFRJ e a sociedade civil, por meio de temáticas trabalhadas na disciplina de Terapia Ocupacional, Antropologia e Sociologia. O evento visa promover debates sobre os processos de violação dos direitos humanos que afetam sujeitos, e coletivos, historicamente marginalizados pela hegemônica perspectiva euro-branco-ocidental que estrutura a sociedade brasileira.

O Núcleo de Pesquisa em Dança e Cultura Afro-Brasileira (NUDAFRO) - é um centro de produção artística interdisciplinar que objetiva pesquisar, elaborar trabalhos cênicos, dinamizar oficinas de dança e disseminar os conhecimentos artísticos. As pesquisas buscam a interface da linguagem da dança com as práticas performáticas afro-brasileiras e questões relacionadas a corporeidade negra na sociedade. No sentido de transformar as
configurações do conhecimento e descolonizar o pensamento hegemônico,

PROJETO EM AFRICANIDADE NA DANÇA-EDUCAÇÃO - PADE

O PADE é um projeto de extensão, coordenado pelo Prof. Alexandre Carvalho, no Dep. de Arte Corporal, da EEFD/UFRJ. Visa discutir sobre as religiões de matrizes africanas, difundindo o assunto africanidade na Universidade, buscando visibilizar os saberes ancestrais da cultura afro-brasileira, e o respeito à diversidade. Além de promover a aproximação da cultura e a tradição do Candomblé com os profissionais de educação da Rede Pública de Ensino, de forma a implementar ações que evidenciem a importância desta tradição na cultura popular brasileira.

 

LABORATÓRIO DE ATIVIDADES AFROCÊNTRICAS  - LabAfro

Disciplina optativa, exclusivamente prática, do Curso de Graduação em Terapia Ocuapacional da UFRJ. Tal proposta se justifica pela ausência, na atual grade curricular da Graduação em Terapia Ocupacional, de disciplinas que tratem exclusivamente sobre epistemologias, filosofias, estéticas inerentes ao ser africano e/ou em diáspora no Brasil. Desta forma, faz-se necessário uma formação multi, inter e transcultural que problematize a predominância de epistemologias eurocentradas nos currículo, incluindo assim conhecimentos que possam atender as reais necessidades da população negra,

Disciplina optativa no Curso de Graduação em Terapia Ocupacional da UFRJ. Tendo como objetivo principal incluir, no currículo do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional, epistemologias e vivências afrocentradas. Centralizando o negro na formação do terapeuta ocupacional como estratégias de visibilizar modos de pensar, sentir e agir Africanos. Além de, incitar ações eticamente antiracistas, destituindo os racismos individuais, estruturais e/ou institucional (ALMEIDA, 2018) ainda presentes nas universidades.

PROJETO OPAXORÔ - AFRO-ACESSIBILIDADE CULTURAL

O projeto Opaxorô, tem como premissa promover acessibilidade cultural para pessoas negras com deficiência, ou melhor dizendo, a promover Afro-acessibilidade Cultural para pessoas negras com deficiência a sua cultura própria. O termo afro-acessibilidade cultural foi cunhado por Juli da Costa em seu Trabalho de Conclusão de Curso em Especialização em Acessibilidade Cultural da UFRJ, a partir de sua experiência como voluntária no projeto de extensão Identidades Abertas, sob a orientação professora Marcia da Costa, coordenadora do LabAfro-Ise. Fazer valer o direito a fruição artística cultural das pessoas negras com deficiência, garantida por leis e decretos nacionais e internacionais e prevista nas políticas públicas brasileira é o principal objetivo do projeto. Desta-se que a afro-acessibilidade Cultural é um conceito que convoca a repensar a acessibilidade cultural para pessoas negras com ou sem deficiência, a partir da produção recursos que potencializam a criação e fruição estética e cultural - essencialmente da cultura africana - como aquilo que é legítimo de sua própria história, de sua própria essência, de sua própria ontologia africana.

INSTITUTO HÓRUS CULTURA, EDUCAÇÃO INTEGRAL E DESENVOLVIMENTO HUMANO - INSTITUTO HOJU

O Instituto Hoju desabrochou do suor e da luta, com suas bases na Carta de Princípios da União Africana na Diáspora, sendo ativo na difusão da conscientização histórica ancestral e na transformação desta História em mecanismos contemporâneos que auxiliem a maioria da população, oficialmente excluída de todos os direitos constitucionais, a alcançar o bem-estar psicossocial. As atividades são atividades são direcionadas a crianças, adolescentes, jovens, homens e principalmente mulheres negras, moradores de favelas e áreas em situação de precário desenvolvimento humano. Acreditando no sociocentramento e na reciprocidade para a construção de uma sociedade pautada na igualdade independente de cor, raça, etnia, classe social ou grau de instrução.

 

FALE COM A GENTE.

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